SUZUKI Lets II 50cc 2003
Deseja vender ou comprar uma SUZUKI Lets II 50cc?
Histórico de preços da SUZUKI Lets II 50cc 2003
Motos SUZUKI a venda perto de você!
Notícias relacionadas
SUZUKI
História e Fundação
Fundada em 1909 por Michio Suzuki na cidade de Hamamatsu, Japão, a Suzuki iniciou suas atividades como fabricante de teares para a indústria têxtil. Foi somente após a Segunda Guerra Mundial, em 1952, que a empresa lançou sua primeira motocicleta, a "Power Free", uma pequena bicicleta motorizada com 36cc que atendia à crescente demanda por transporte acessível no Japão pós-guerra.
Chegada ao Brasil
A Suzuki chegou oficialmente ao Brasil em 1992, embora algumas de suas motos já fossem importadas antes disso por empresas terceirizadas. A entrada formal no mercado brasileiro ocorreu através de uma joint venture com a J.Toledo, que ficou responsável pela importação e distribuição das motocicletas da marca no país. Em 2014, a Suzuki assumiu diretamente o controle de suas operações no Brasil, criando a Suzuki do Brasil Automotores.
Estilo de Motos
A Suzuki se destaca pela diversidade de seu catálogo, fabricando motocicletas em praticamente todos os segmentos:
- Esportivas: A linha GSX-R representa as superbikes da marca
- Naked: Modelos como a GSX-S1000 e a antiga Bandit oferecem potência sem carenagem
- Trail/Adventure: A V-Strom é a representante da marca neste segmento, com versões até 1050cc
- Off-road: A linha DR e a clássica RM-Z para motocross são referências no segmento
- Custom/Cruiser: A linha Boulevard representa as cruisers da marca
- Street/City: Modelos urbanos como a GSX-S150, Gixxer 150 e Burgman (scooter). No Brasil, ainda ofereceu clássicos como a Intruder 125
Modelos Icônicos
Ao longo de sua história, a Suzuki produziu algumas das motocicletas mais emblemáticas e revolucionárias do mercado:
- GSX-R1000: Lançada em 2001, é considerada uma das superbikes mais puras e radicais do mercado, tendo conquistado diversos campeonatos mundiais de Superbike e Endurance
- Hayabusa: Quando foi lançada em 1999, a GSX-1300R Hayabusa quebrou recordes como a moto de produção em série mais rápida do mundo, alcançando mais de 300 km/h
- V-Strom 650: Uma das adventure bikes mais equilibradas e versáteis do mercado, conhecida pela sua confiabilidade
- Bandit: Nas versões 600 e 1200cc, foi uma das naked bikes mais vendidas no Brasil, apreciada por sua versatilidade
- DR650: Um ícone entre as trail bikes, famosa por sua robustez e simplicidade mecânica
Números de Mercado no Brasil
No mercado brasileiro, a Suzuki tem mantido uma presença constante, embora com volumes menores que concorrentes como Honda e Yamaha. Em 2023, a marca emplacou aproximadamente 9.000 motocicletas no Brasil, representando cerca de 0,5% do mercado nacional de duas rodas.
A V-Strom 650 continua sendo o modelo mais vendido da marca no país, especialmente após a nacionalização de sua produção em Manaus, o que permitiu uma redução significativa de preço. O modelo GSX-S750, produzido na fábrica da Suzuki em Manaus desde 2019, também mostrou bons números de vendas - até sua aposentadoria, em 2025
Legado e Tecnologia
A Suzuki consolidou seu nome no motociclismo mundial não apenas por suas motos de rua, mas também por suas conquistas nas pistas. A marca acumula diversos títulos no MotoGP, incluindo campeonatos conquistados por lendas como Kevin Schwantz, Kenny Roberts Jr. e Joan Mir em 2020.
Tecnologicamente, a Suzuki foi pioneira em diversos aspectos. Foi uma das primeiras a implementar sistemas de injeção eletrônica em motocicletas esportivas e desenvolveu o revolucionário sistema SRAD (Suzuki Ram Air Direct), que aumenta a potência do motor em altas velocidades através da pressurização da admissão de ar.
O sistema de controle de tração S-DMS (Suzuki Drive Mode Selector), presente em modelos como a GSX-R1000 e V-Strom 1050, permite ao piloto escolher diferentes modos de pilotagem, adaptando a entrega de potência às condições da pista ou estrada.
Perspectivas Futuras
A Suzuki tem investido em tecnologias de eletrificação, apresentando protótipos de scooters elétricas em feiras internacionais. No Brasil, a marca busca ampliar sua rede de concessionárias e fortalecer seu posicionamento no segmento de média e alta cilindrada, onde possui modelos competitivos.
A estratégia atual da Suzuki no Brasil inclui a ampliação da produção nacional em sua fábrica de Manaus, o que permite preços mais competitivos através dos incentivos fiscais da Zona Franca, além de facilitar o acesso a financiamentos pelo BNDES.
Com mais de 110 anos de história e 70 anos de experiência na produção de motocicletas, a Suzuki continua sendo uma marca que combina tradição, inovação tecnológica e performance, oferecendo produtos que atendem desde o motociclista iniciante até o mais exigente entusiasta de duas rodas.
Suzuki Lets II 50cc
A Suzuki Lets II 50cc representa a proposta da marca japonesa para o segmento de scooters compactas e econômicas, sendo uma solução inteligente para mobilidade urbana. Projetada para atender principalmente iniciantes, jovens condutores e pessoas que buscam um meio de transporte prático e acessível para o dia a dia nas grandes cidades, esta pequena scooter combina simplicidade, eficiência e o tradicional DNA de qualidade Suzuki.
Design e Categoria
Pertencente à categoria de scooters urbanas compactas, a Lets II apresenta um design funcional e descomplicado, com linhas suaves e proporções equilibradas que priorizam a praticidade. Seu visual discreto e contemporâneo agrada especialmente ao público jovem e feminino, graças à sua estrutura leve e de baixa altura. Introduzida inicialmente nos mercados asiáticos, onde scooters de baixa cilindrada são extremamente populares, a Lets II conquistou espaço em diversos países por sua proposta minimalista e eficiente, chegando posteriormente a mercados emergentes com boa aceitação.
Motor e Desempenho
O coração da Suzuki Lets II é um motor monocilíndrico de 50cc, 2 tempos, refrigerado a ar, que oferece uma potência modesta de aproximadamente 4,3 cavalos. Embora esses números possam parecer tímidos, são perfeitamente adequados para o propósito a que se destina: deslocamentos urbanos eficientes e econômicos. Equipada com transmissão automática do tipo CVT (Continuously Variable Transmission), a scooter dispensa a necessidade de troca de marchas, proporcionando uma condução extremamente simples e intuitiva, ideal para o público iniciante. Na prática, esse conjunto entrega uma velocidade máxima em torno de 70 km/h, suficiente para o trânsito urbano, com uma resposta ágil em baixas velocidades, exatamente onde a moto passa a maior parte do tempo.
Chassi e Ciclística
A estrutura da Lets II é baseada em um chassi de aço estampado, típico de scooters compactas, que favorece a leveza e a manobrabilidade. Com peso em ordem de marcha em torno de 85 kg, a scooter é extremamente fácil de manusear, mesmo para condutores com menor força física. A suspensão dianteira utiliza garfo telescópico convencional com curso limitado, adequado para o uso urbano, enquanto a traseira conta com um amortecedor único. O sistema de freios é simples mas funcional, com tambor nas duas rodas, proporcionando frenagens seguras dentro dos limites de velocidade do veículo. As rodas de pequeno diâmetro (tipicamente de 10 polegadas) contribuem para a agilidade nas manobras em espaços apertados, característica valorizada no trânsito urbano congestionado.
Curiosidades e Pontos de Destaque
Um dos principais atrativos da Suzuki Lets II 50cc é seu impressionante consumo de combustível, podendo ultrapassar os 40 km/l em condições ideais de uso, o que a torna uma das opções mais econômicas para transporte individual motorizado. O tanque de combustível com capacidade para aproximadamente 5 litros garante uma autonomia considerável, reduzindo a necessidade de paradas frequentes para abastecimento. Outro ponto forte é o compartimento sob o assento, que embora não seja dos mais espaçosos, permite o transporte de objetos pequenos como uma bolsa ou itens de uso diário. O painel de instrumentos é minimalista mas funcional, com indicadores analógicos que mostram velocidade, nível de combustível e luzes de alerta básicas. Vale destacar também a facilidade de manutenção, com peças de reposição acessíveis e mecânica simplificada, fatores que contribuem para um baixo custo de propriedade a longo prazo, tornando-a uma escolha inteligente para quem busca economia sem abrir mão da confiabilidade de uma marca estabelecida.