HAOJUE LINDY 125 2026

Código Fipe: 885001-1
Ano do Modelo:
FIPE
R$ 14.639,00
Valor do modelo segundo a tabela FIPE
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Histórico de preços da HAOJUE LINDY 125 2026

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HAOJUE

Origem e História

Fundada em 1992 na cidade de Changzhou, na China, a Haojue é uma das maiores fabricantes de motocicletas da Ásia. A empresa surgiu como parte do Grupo Jiangmen Dachangjiang, um dos mais importantes conglomerados industriais chineses no setor de duas rodas. Com foco em qualidade e tecnologia acessível, a Haojue rapidamente se estabeleceu como uma potência no mercado asiático de motocicletas. Possui uma parceria de longa data com a Suzuki, desenvolvendo e fabricando produtos em conjunto.

Chegada ao Brasil

A Haojue chegou oficialmente ao Brasil em 2017, representada pela JToledo - que também representa a Suzuki por aqui. Esta colaboração permitiu que a marca chinesa utilizasse a rede de concessionárias e a estrutura já estabelecida pela Suzuki no país. É importante destacar que a Haojue e a Suzuki já mantinham uma relação de parceria global, com a fabricante chinesa produzindo diversos modelos Suzuki para o mercado asiático.

Estilo de Motocicletas

A Haojue se especializou na produção de motocicletas de baixa e média cilindrada, com foco em:

  • Modelos urbanos compactos (scooters e street)
  • Motos econômicas para uso diário
  • Motocicletas de entrada para novos motociclistas
  • Veículos com excelente relação custo-benefício

A marca privilegia o design moderno, economia de combustível e baixo custo de manutenção, características que atendem perfeitamente às necessidades do mercado brasileiro, especialmente para uso urbano e como alternativa de mobilidade acessível.

Modelos Icônicos

No mercado brasileiro, a Haojue conquistou espaço com modelos que se destacam pelo bom custo-benefício:

DK 150 FI - Uma naked de 150cc que se tornou o carro-chefe da marca no Brasil. Com design esportivo e motor econômico, conquistou um público que buscava uma alternativa às tradicionais CG e Fazer.

DR160 - Sucessora da DK 150, trouxe aprimoramentos técnicos e design renovado, consolidando a presença da marca no segmento de 150-160cc.

Lindy 125 - Scooter que combina praticidade urbana com estilo moderno, oferecendo boa capacidade de carga e conforto para deslocamentos citadinos.

Chopper Road 150 - Com estilo cruiser, trouxe uma opção acessível para quem aprecia o visual custom sem precisar investir em motocicletas de maior cilindrada.

É interessante observar que a parceria com a Suzuki rendeu frutos importantes: o modelo Haojue DR 300 serviu como base para a Suzuki GSX-S300, demonstrando a capacidade tecnológica da fabricante chinesa.

Números de Mercado

No Brasil, a Haojue tem apresentado um crescimento consistente, mesmo em um mercado competitivo. Em 2022, a marca comercializou aproximadamente 30 mil unidades no país, representando cerca de 2,5% do mercado nacional de motocicletas. No primeiro semestre de 2023, a fabricante registrou um crescimento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A DK 150/DR160 é responsável por aproximadamente 65% das vendas da marca no território brasileiro, evidenciando a preferência do consumidor pelo segmento naked de baixa cilindrada. A rede de concessionárias conta com mais de 200 pontos de venda em todo o país, proporcionando boa capilaridade para vendas e serviços.

Posicionamento no Mercado Brasileiro

A Haojue ocupa uma posição interessante no mercado brasileiro, posicionando-se como uma alternativa de qualidade superior às marcas de entrada, mas com preços mais acessíveis que as tradicionais japonesas. A estratégia da marca tem sido oferecer motos com componentes de qualidade, bom acabamento e tecnologias como injeção eletrônica e freios combinados (CBS) a preços competitivos.

A parceria com a Suzuki confere credibilidade adicional à marca, uma vez que diversos componentes e tecnologias são compartilhados entre as duas fabricantes. Esta sinergia permite que a Haojue apresente motos com engenharia confiável a preços mais acessíveis.

Perspectivas Futuras

A Haojue tem planos de expandir sua linha no mercado brasileiro, com a possível introdução de modelos de maior cilindrada e novas scooters. A eletrificação também faz parte dos planos futuros da marca, que já desenvolve protótipos de motocicletas elétricas no mercado asiático.

Com a crescente demanda por mobilidade urbana econômica e sustentável, a Haojue está bem posicionada para ampliar sua participação no mercado brasileiro, oferecendo alternativas acessíveis sem comprometer a qualidade e a confiabilidade que o consumidor brasileiro valoriza.

História e Contexto

A Haojue Lindy 125 é um scooter urbano desenvolvido pela fabricante chinesa Haojue, empresa parceira da Suzuki em diversos mercados internacionais. O modelo foi projetado para oferecer mobilidade prática em grandes cidades, com foco em economia de combustível, facilidade de pilotagem e baixo custo de manutenção. Scooters dessa categoria ganharam popularidade mundial a partir dos anos 2000, principalmente em centros urbanos onde motos automáticas são valorizadas pela praticidade no trânsito. 

No Brasil, a Lindy 125 começou a ser comercializada pela rede da Suzuki/Haojue durante a década de 2010, posicionada como uma opção urbana para quem buscava um scooter compacto e econômico. O modelo se destacou por trazer transmissão automática CVT, rodas pequenas e boa agilidade no trânsito urbano. Com o crescimento do segmento de scooters no país, a Lindy 125 passou a competir com modelos como Honda Lead e Yamaha Neo, sendo utilizada principalmente para deslocamentos urbanos curtos e uso diário. 

Preço

  • Preço médio atual (Tabela FIPE): cerca de R$ 12.620 dependendo do ano e versão. 

Consumo

  • Velocidade máxima: cerca de 95 km/h
  • Velocidade de cruzeiro econômica: cerca de 60 a 80 km/h, ideal para uso urbano. 

Pontos Positivos

  • Transmissão automática CVT, facilitando a pilotagem no trânsito.
  • Boa economia de combustível para uso urbano.
  • Dimensões compactas, facilitando manobras e estacionamento.
  • Scooter prático, com espaço para pequenos objetos.

Pontos Negativos

  • Potência limitada para rodovias.
  • Rodas pequenas, menos estabilidade em pisos irregulares.
  • Baixa capacidade de tanque, exigindo abastecimentos frequentes.


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