A partir da temporada 2027, a CFMOTO 675SR-R será a motocicleta oficial do WorldWCR, o Campeonato Mundial Feminino de Motovelocidade. O acordo foi fechado com a FIM e a Dorna e encerra a era da Yamaha YZF-R7, usada pelas pilotas até o fim da temporada 2026.

CFMOTO substitui a Yamaha R7 no Mundial Feminino de Motovelocidade

 

CFMOTO no Mundial da FIM

Pela primeira vez, uma fabricante chinesa será fornecedora exclusiva de motocicletas para uma categoria monomarca em um Campeonato Mundial da FIM. Para a CFMOTO, o anúncio reforça a evolução tecnológica, a performance e a presença global da marca no motociclismo, além de abrir um novo capítulo na história da empresa e da competição.

CFMOTO substitui a Yamaha R7 no Mundial Feminino de Motovelocidade

A 675SR-R chega ao campeonato com experiência já construída nas pistas (na Moto2 e Moto3)e passa a ser a base técnica do grid do mundial feminino de motovelocidade.

 

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Sobre a 675SR-R

Sob a carenagem, a CFMOTO 675SR-R traz um motor tricilíndrico em linha de 675 cm³, com refrigeração líquida, duplo comando de válvulas (DOHC) e injeção eletrônica. São 95 cv a 11.000 rpm e torque máximo de 7,1 kgf.m a 8.250 rpm, transmitidos por um câmbio de seis marchas com embreagem assistida e deslizante.

CFMOTO substitui a Yamaha R7 no Mundial Feminino de Motovelocidade

Na versão de produção, a moto oferece ainda painel TFT de cinco polegadas, iluminação full LED e quickshifter para trocas ascendentes de marcha. As rodas de 17 polegadas recebem pneus 120/70 na dianteira e 180/55 na traseira.

 

Estrutura e ciclística

A ciclística combina chassi tubular de aço e balança traseira de alumínio. Na suspensão, a esportiva usa garfo invertido KYB de 41 mm na dianteira e monoamortecedor na traseira, com regulagens que variam conforme a configuração. Para frear, são dois discos de 300 mm na frente, com pinças radiais de quatro pistões, e um disco de 240 mm atrás. O conjunto é complementado por ABS e controle de tração. 

Vale lembrar que para a versão de pista deve haver algumas mudanças na estrutura para melhorar a aerodinâmica, sem contar com as possíveis melhorias em frenagem, nos pneus, e na tecnologia em geral.

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